Catarina Ferreira

Portfólio| pintura 2007|08|09

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

untitled


untitled


Sexta-feira, Outubro 09, 2009

saudade

Sexta-feira, Outubro 02, 2009

ericeiras


tai e lu

Sexta-feira, Setembro 18, 2009

Identidade- Estudos VIII

Identidade- Estudos VII

Identidade- Estudos VI

Identidade- Estudos V

Quinta-feira, Setembro 17, 2009

Identidade- Estudos IV



Identidade- Estudos III

Identidade- Estudos II

Identidade- Estudos

Quarta-feira, Março 04, 2009

Sem Título

Terça-feira, Fevereiro 17, 2009

fast forward





Back to red #2





Sábado, Fevereiro 14, 2009

Back to Red




Quinta-feira, Fevereiro 12, 2009

Estudos

                                                            
  
                                                          


Domingo, Fevereiro 08, 2009

turning blue#2




Sábado, Maio 10, 2008

Turning Blue #1








Quarta-feira, Abril 30, 2008

Turning Blue



Terça-feira, Março 11, 2008

turning blue#3

        
  
        










Sexta-feira, Fevereiro 22, 2008

Espaços II

         

         



Terça-feira, Janeiro 29, 2008

Espaço

          

         

                                         



Segunda-feira, Novembro 19, 2007

anular- subtraccao










Segunda-feira, Dezembro 25, 2006

Filme do Avô

Domingo, Outubro 29, 2006

Pietá 2


American Phsico de João Vilhena. Título retirado da obra de Breat Easton Ellis em que o perigo e a violencia sexual gratuita são a ordem do dia.
Uma composição muito diferente daquela que Manuel Botelho criou: a nudez nunca é total, existem vários elementos que nos dizem que estas figuras estão, afinal, em igualdade de circunstancias: os sapatos pretos, o cabelo dessa mesma cor , as meias e as calças puxadas até aos tornozelos.
Um cenário limpo e vazio.
A Pietá, habitualmente representada pela Virgem Maria e Jesus Cristo, aparece-nos aqui em dois homens numa pose homossexual, em que aquele que segura tem uma atitude de sádico surpreendido talvez por uma luz repentinamente acesa numa cave subterrânea e não a de um sofredor.
O dramatismo da cena, está dentro e não fora, de uma forma simples e explícita que gera em nós a situação de desconforto, num confortavel colo.

Sábado, Outubro 28, 2006

Pietá. 1999 Manuel Botelho


Eis - nos perante um lugar perspectivado, sob um céu revolto de nuvens e tendo por fundo um edifício modernista, no prolongamento de cuja esquina se inscrevem, num campo deserto, as figuras de uma Pietá.
Há um brilho e uma uniformidade de superfície no corpo de Cristo morto que o distinguem das manchas escuras e revoltas que desenham o corpo de quem O segura e o espaço que o separa do chão. O drama existe fora dele e não nele.
O edifício faz deste drama com 2000 anos uma situação da actualidade e desta cidade fantasma, um qualquer lugar contemporâneo dos vários que a guerra tem devastado.
Nesse cenário, a recolha dos mortos numa rua pode tornar-se o nível de referência mais prosaico, mas presente, desta desfiguração.
É o movimento nervoso de todos os traços destas figuras e do céu que lhes confere densidade dramática. As linhas mais rectas do edifício estabelecem o lugar em que o desmoronamento se exprime: na direcção de uma linha de fuga invertida, dentro de um triangulo clássico definido pela inscrição das personagens que se desfaz em linhas trémulas, na incapacidade e na força a que o desgosto obriga, na transparência das figuras (na expressão inacabada do seu volume).
A Pietá é interpretada como sentimento; nela o sofrimento é feito equivaler a mundo que se esboroa.

Pré- Introdução

“Então, gostaste?
Achei desconfortável.
A mim chateou-me.
Não me chegou a irritar.
Só me chateou.
Não, isso não, mas não consigo dizer-te se gostei. Tenho que pensar mais no assunto.
Como assim? Não acabaste de ver?
Por isso mesmo.
Desinquietou-me, agora o pensamento segue em rédea solta.
Percebeste o que te quis dizer?
Sabes que isso é relativo.
Podias ter lido o título, ajudava-te a compreender.
A mim baralhou-me.
Que sentido tem dizer-me o que estou a ver, se tudo o que vejo é a distância que vai de mim à imagem, como se fizesse parte dela?
Pois eu acho que estava lá tudo, bem explicado.
A mim, não acrescentou nada.
Acrescentou sim, chateou-te.
Porque faltava algo.
De propósito.
É uma imagem densa, talvez por isso demasiado vazia.
Não entendo o que dizes.
Menos entenderias se (me) sentisses.
As palavras são sempre fracas substitutas do silêncio. Ou talvez não...”*

Quinta-feira, Outubro 26, 2006

Diario Grafico 2005





























Segunda-feira, Outubro 23, 2006

Fica Comigo Esta Noite


Um amor na cidade
Delicadeza e exactidão. As virtudes do amor constituíam os princípios do trabalho deles. Nunca tinham feito outra coisa. É verdade que ela pintava. Escandalizava-o que ela pudesse pintar. Este escândalo incorporava uma boa dose de fascínio. Oceano tinha o pavor do ridículo, o que o tornava um paladino da humildade. Temia não estar à altura dos seus próprios sonhos, e trocava-os, recém-nascidos, pelo exemplar cumprimento do dever. Era muito mais perfeito do que Luna
na reconstituição de texturas, na cópia da cor e das matérias. Sabia, porém, que sem a mão de Luna todos os restauros ficariam incompletos.
Luna era dada a longas distracções; pendurava-se das janelas verdes do museu a contemplar a dnça da luz sobre o rio e falava interminavelmente. Parecia-lhe que ele quase nunca a ouvia, o que lhe dava vontade de ser sincera. Tão sincera que começou a depender dele para se conhecer a si própria. Aconteceu que Oceano ficou doente no dia em que o Fruto Proibido de Luna lhe disse que afinal o amor era mais pequeno do que a má-consciência. Seria possivel viver sem clandestinidade?
(...) E agora o que é que eu faço? Oceano arrumava as chávenas de chá e pensava o mesmo que Luna: o que é q eu eu faço agora? porque era tão inesperada aquela visita, em tantos anos de trabalho nunca Luna viera a sua casa. Imaginava-a (...) mostrou-lhe fotografias de infância, desenhos adolescentes, esboços de várias coisas.
-Vês que tens de acreditar na tua pintura?
Não, Oceano não via nada.
- Não vale a pena, é muito complicado, há muita gente. Só quero viver em paz.
(...)
Fica comigo esta noite, contos Inês Pedrosa

Eu

A minha fotografia
catarinaferreira
2001-2005 curso de Desenho da Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa; 2004-2009 Finalista do curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa
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